sobre

Por diversas vezes, durante minha carreira profissional como consultora e professora de Marketing Digital, me deparava com o seguinte questionamento: estou fazendo, de fato, o que acredito? A princípio, parecia uma questão puramente filosófica, uma vez que a estratégia que usava gerava resultados concretos para mim e para os clientes, como aumento de receita, mais seguidores fiéis nas redes sociais, taxas de conversão cada vez maiores.


Porém, se tudo parecia tão perfeito, por que me sentia proporcionalmente tão incomodada? Por que as fórmulas quase mágicas do Marketing Digital, com vocabulários que remontam a estratégias de guerra que eu ferozmente ensinava e me deliciava em salas de aula e de reuniões, passaram a soar tão agressivos a ponto de tentar substituí-los por outros (simples questão semântica) para continuar fazendo o que estou certa que nasci para fazer?


VELAS AO VENTO


Como boa sagitariana, era óbvio que apenas mudar o discurso não seria o bastante. E foi assim que elas, as benditas dúvidas, que mais pareciam tormentas sem fim, se abriram como velas ao vento e me levaram a um mundo que, apenas naquele momento, me parecia desconhecido e distante.


Foram meses de imersão profunda no oceano de novas perspectivas para compreender o quanto o Marketing Digital pode ser utilizado para gerar valores mais profundos e necessários à sociedade, como por exemplo, reduzir desigualdades e lançar uma nova esperança no trato a questões históricas estruturantes, como a pobreza, o racismo e o machismo.


Ali, sozinha e de certa forma desamparada pelas minhas certezas, mas iluminada pelo farol da ótica dos negócios sociais e ambientalmente sustentáveis, percebi que é possível trocar a agressividade excludente do discurso consumista pela consciência que advém da prática da Comunicação Não Violenta (CNV), por exemplo, que obriga um mergulho profundo no universo do outro, em vez de tratá-lo apenas como o comprador da vez. Ou ainda o quanto é necessário substituir comportamentos pré-programados do "funil de vendas" pelo questionamento dos "vieses inconscientes" que, muitas vezes, nos fazem reforçar posicionamentos que conscientemente negamos, como os preconceitos de qualquer natureza que só empobrecem nossa vida coletiva.

 

MAIS AÇÃO TRANSFORMADORA


Durante o período intenso de mergulho, sem escafandro ou tubos de oxigênio, devorei conteúdos em texto, áudio e vídeo e os transformei em verdadeiros menus de café da manhã, almoço e jantar. O mais estranho de todo esse processo foi me dar conta de que à medida que minhas dúvidas e curiosidades me puxavam para as profundezas e belezas do oceano sem fim dos negócios sócio e ambientalmente sustentáveis, mais eu compreendia o quanto suas novidades me pareciam extremamente familiares.


Foi aí. Exatamente no ponto em que o novo se confrontou com o antigo em mim, que percebi, definitivamente, que para seguir fazendo o que amo, precisava avançar da fase do storytelling para a fase do storydoing. Ou seja, precisava deixar de apenas contar boas histórias minhas e dos outros no Marketing Digital para vivê-las e, a partir dessas experiências, conscientizar clientes e mercado, em geral, de que o mundo precisa de mais ação. E de ação que conte com mais eficiência a história de cada indivíduo e a história singular de cada empresa.


"Se você tivesse que escolher entre um profissional que apenas se diz socialmente engajado e outro que realmente investe em melhorias para a sociedade na qual está inserida (e consegue mostrar isso), para qual deles você daria o seu dinheiro?" Dimitri Vieira

 

Virando a chave para gerar valor

O conceito de storydoing resume bem a virada de chave que decidi imprimir em minha prática profissional como estratégia para a oferta do que estou chamando de Marketing Humanizado. Embora ainda seja pouco conhecido, o storydoing é um upgrade do storytelling e está irremediavelmente ligado ao propósito, à razão de existir de pessoas e marcas, porque amplia o lugar do discurso, injetando nele o fazer que gera a transformação social. Em síntese, a prática capaz de provocar impacto.


Isto significa que além de ser uma boa contadora de histórias, também quero ser reconhecida como uma boa fazedora de histórias. Uma mudança estratégica de posicionamento, para contribuir com a redução das desigualdades e com a criação de um ambiente mais respeitoso e harmonioso com a natureza e com o legado às futuras gerações. Assim, mais que desenvolver planejamentos bem estruturados de marketing digital (storytelling), me comprometo publicamente a ser a própria estratégia de humanização que quero ver no mundo (storydoing).

 

SEM HEROÍSMO

Como neste desafio coletivo não cabe heroísmo, estou me unindo a empresas e profissionais que estão investidos do mesmo objetivo, para a construção de uma rede de impacto com pessoas físicas e jurídicas ligadas ao marketing de causas, como o combate à pobreza, ao racismo, ao direito das minorias, à igualdade de gêneros, à educação de qualidade. Com essa nova perspectiva, pretendo iluminar caminhos e usar a exponencialidade da Internet, das redes sociais, por exemplo, para dar mais capilaridade e urgência à pauta da inovação social.


Se você ou sua empresa também estão nesta vibração, sejam bem-vindas e bem-vindos. A estratégia aqui é gerar valor para a sociedade, por meio de práticas disruptivas, inclusivas e que promovam nossa humanidade. Vem comigo?!! 

 

Ah! Se deseja receber conteúdo inovador e estratégico para gerar impacto no seu negócio, participe do meu canal GRATUITO NO TELEGRAM.  (só clicar). Te espero lá também!


 

 

SERVIÇOS

Soluções em marketing, vendas e treinamentos corporativos.
Invista em estratégia e venda mais.

CLIENTES

Cada cliente é único como cada projeto.
Personalizamos solução para alcançar os melhores resultados.

Ciane Lopes - Marketing & Negócios

contato@cianelopes.com.br

32 9 9134.2313 (Disponível também no Whatsapp)

FacebookInstagramLinkdin